Busca

Busca Avançada
 
Conheça o DCC
 História 
 Diretoria 
 Regimento Interno 
 Entre em Contato 
 Torne-se um Sócio 
Grupos de Estudo 
 GECETI 
 GEECABE 
 GEEL 
 GEIC 
 GERTC 
 GEVAL 
Comissões 
 Avaliação Perioperatória 
 Nutrição 
 Psicologia 
Sócios 
 Relação de Sócios 
 Últimas Notícias 
Educação Continuada 
 Agenda de Eventos 
 Cursos à Distância 
 Chat 
 ECG da Semana 
 Fórum 
Publicações 
 Diretrizes Versão PALM 
 Teses Universitárias 
Prevenção DCC
 Jogos Educativos 
 Teste Seu Coração 
 Qualidade de Vida 
Business Center 
 Coloque seu anúncio 
 Página Anterior
 
 

 educação continuada

Monitorização Hemodinâmica

 

MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA PERFUSÃO TECIDUAL
Maristela Camargo Monachini, Otelo Rigato Júnior, Luciana Savoy Fornari


INTRODUÇÃO

A oferta de oxigênio para as células é função essencial desenvolvida pelos seres aeróbicos, desde que a sua falta está inevitavelmente associada à falência das funções celulares e eventualmente com a morte do organismo como um todo. Para cumprir este objetivo final, existe uma interação complexa envolvendo o sistema cardiovascular, o sangue e os pulmões. Quando há inadequada oxigenação tecidual, e os níveis de oxigênio são tão baixos que a respiração mitocondrial não pode se manter, chamamos esta condição de disóxia. Disóxia tecidual e a falta de oxigênio, são os maiores fatores determinantes do surgimento e propagação da falência de múltiplos órgãos em pacientes críticos. Disóxia é o resultado de uma relação inadequada entre oferta e consumo de oxigênio. Com a finalidade de evitar o seu aparecimento, a manutenção de adequados parâmetros de hemodinâmica sistêmica e parâmetros metabólicos derivados do oxigênio têm sido objetivos essenciais da terapêutica. No entanto, os valores destes parâmetros globais é muito difícil de se definir. As estratégias terapêuticas atualmente, têm focalizado além da hemodinâmica global, os parâmetros de perfusão regionais.

Desta forma, o acesso à perfusão tecidual, através de métodos menos invasivos, de uma maneira contínua e em tempo real, tem sido o sonho de médicos intensivistas nos últimos 40 anos.


© Copyright Portais SBC - Sociedade Brasileira de Cardiologia - 1996 - 2005