REPORTAGENS ESH/2010 – OSLO
 

MENSAGEM DO PRESIDENTE – Direto de Oslo Clique aqui!

MANAGEMENT OF OBESITY RELATED HYPERTENSION: FOCUS ON PHARMACOTHERAPY AND BARIATRIC SURGERY - Dr. A Sharma - CAN
Vídeo comentário: Dr.Celso Amodeo
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SALT REDUCTION – KEY FACTOR FOR PREVENTION OF HYPERTENSION AND STROKE - Dr. G Mc Gregor - UK
Vídeo comentário: Dr.Marcus Malachias
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Blood Pressure Monitoring Guidelines and Consensus between European and American recommendations - Dr. Gianfranco Parati - ITA
Passados 30 anos do progressivo aumento de conhecimento sobre aparelhos automáticos de pressão arterial podemos ver as limitações das medidas de pressão de consultório quanto ao manejo da hipertensão e fator preditivo de risco cardiovascular. Todas as Diretrizes recomendam MAPA/MRPA nos seus algoritmos de acompanhamento devido a inacurácia da medida pressórica de consultório. A MAPA, quando bem indicada, pode mostrar dados úteis no manejo clínico. Ambos guidelines concordam ser o melhor método de avaliação. O Dr.Parati colocou sobre a necessidade de mais dados sobre MRPA e as suas melhores indicações de uso.

Out of Office Blood Pressure Monitoring: at Home or in ambulatory conditions over 24h - Dr. George Stergiou - GREECE
Mesmo com cuidados na medida pressórica de consultório a hipertensão mascarada e o efeito do avental branco é presente. A MAPA/MRPA é necessário para diagnóstico e acompanhamento do paciente hipertenso. Os métodos possuem algumas características em comum que são as múltiplas medidas pressóricas fora do consultório. Vários estudos já demonstraram a efetividade de ambos os métodos no diagnóstico da hipertensão mascarada e efeito do aventa branco. Comparando com as medidas de consultório, MRPA/MAPA reproduz com maior prescisão a pressão arterial que se relaciona com lesão em órgão alvo e risco cardiovascular. Entretanto os métodos possuem diferenças. Na MAPA temos medidas pressóricas durante a atividade laborial do paciente assim como medidas noturnas; enquanto a MRPA apresenta medidas domiciliares e em repouso. Por outro lado a MRPA é um exame com maior facilidade de execução, melhor tolerado pelo paciente e de baixo custo (pelo menos na Europa, como apresentado no Congresso). Além disso a MRPA tem a participação mais ativa do paciente durante o exame. As diferentes características dos métodos demonstram que eles são complementeres e não competitivos. A MRPA parece mais apropiada para o seguimento de longo tempo do paciente hipertenso enquanto a MAPA parece ter uma utilidade maior no inicio do manejo clínico e diagnóstico do hipertenso e em algumas ocasiões especiais no follow up do tratamento clínico.
Nos casos de diferenças pressóricas entre consultório e fora do consultório (hipertensão mascarada e avental branco) a MAPA ou MRPA podem ser repetidas ou usadas alternadamente para tomada de decisão terapêutica segura.

Cardiorisc Ambulatory Blood Pressure Monitoring National Registry:the Spanish Experience - Dr. Luis Ruilope - ESP
O registro espanhol de MAPA apresentou seus resultados de 5 anos de seguimento. Após apresentação das coletas dos dados Fo explicada a proposta deste registro que era a de verificar o status atual do controle pressórico no país; identificar o risco dos hipertensos espanhóis e relacionar os componentes da MAPA com os desfechos cardiovasculares. Durante este período foram apresentados diferentes aspectos da MAPA em relação a pressão casual, características clínicas (IRC,Diabetes, idade, gênero,...) o que tem contribuído para o melhor entendimento do comportamento da pressão arterial na prática clínica diária.

Telemapnet Ambulatory Blood Pressure Monitoring National Registry: Italian Experience - Dr. Stefano Omboni - ITA
A MAPA contribui no manejo da hipertensão arterial entretanto é um método pouco disponível, difícil de utilizar e caro. A telemedicina tem ajudado, nesta experiência inicial a divulgar o método e ampliar o acesso ao mesmo. Este projeto de telemedicina, que será utilizado como o registro Italiano de MAPA. O resultado do exame pode ser enviado por e-mail e aberto e interpretado pela equipe central. A idéia é identificar o risco destes pacientes e adequar às metas pressóricas propostas. O projeto iniciou em 2009 e foram apresentados os dados iniciais muito semelhantes aos resutados do Registro Espanhol (já com artigos publicados em inúmeras revistas) Caso queiram ver os resultados do Projeto ARTEMIS podem acessar: www.artemisnet.org

REVITALIZATION OF SERUM ACID URIC AS CARDIOVASCULAR RISK FACTOR - Dr. M Aldermann - USA
Vídeo comentário: Dr. Oswaldo Kolmann
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RENAL DENERVATION IN RESISTENT HYPERTENSION – WHERE NEXT - Dr. M Schailach - GER
Vídeo comentário: Dr. Marcus Malachias
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STATE OF THE ART BLOOD PRESSURE ASSESMENT AND NATIONAL OUT-OF-OFFICE BLOOD PRESSURE MONITORING REGISTRIES - Dr. G Parati - ITA
Vídeo comentário: Dr. Eduardo Barbosa
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AT1 blockade: The key to protection - Dr. M Burnier – SWIT
A AII é o principal componente biológico ativo do SRRA e está implicado diretamente nos processos cardiovasculares. Estes efeitos parecem ser mediados pelo receptor AT1. Como resultado deste efeito temos os benefícios das drogas que bloqueiam este eixo em inúmeros estudos. Os BRA’s possuem diferenças farmacocinéticas; além de diferentes interações com o receptor AT1 (duração do bloqueio). Independente da droga, desta classe, devemos estar atentos para estas características e manter um bloqueio contínuo nas 24 horas para maximizar a redução da pressão arterial e a proteção em órgão alvo. Uma maneira de avaliarmos a nossa terapêutica seria medir a renina e atividade plasmática da renina como marcador de grau e intensidade do bloqueio. Recentes estudos demonstraram que a combinação com HCTZ não afeta a ação no bloqueio do sistema. Entretanto parece haver diferenças entre os BRA’s na sua habilidade de bloqueio dos receptores AT1 de origem renal e adrenal.

Blood Pressure Control: The most crucial goal of treatment - Dr. L.M.Ruilope - ESP
Uma recente reavaliação do Guidelines Europeu recomendou que deveríamos reduzir a pressão arterial 130-139/80-85 em todos os hipertensos. Entretanto a maioria dos pacientes necessitam de combinação para atingir as metas. A combinação tem indicação de seu inicio nos pacientes de alto risco. A combinação inicial deve ser com drogas de ação diferente. Não podemos esquecer dos estudos com hipertensos estágio II que quando iniciados com BRA e após associado um diurético atingiram as metas preconizadas. Dados apresentados neste Congresso demosntra que a combinação com altas doses podem ser convenientes para uma manutenção do controle pressórico nas 24 horas. Estudos com combinações de altas doses tem se mostrados efetivos também em idosos e diabéticos tipo II. Estes estudos demostraram que um aumento da terapêutica através da combinação de altas doses podem maximizar os níveis de controles pressóricos e reduzir subsequentemente os desfechos cardiovasculares.

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