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MENSAGEM DO PRESIDENTE –
Direto de Oslo
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MANAGEMENT OF OBESITY RELATED
HYPERTENSION: FOCUS ON PHARMACOTHERAPY AND BARIATRIC SURGERY
- Dr. A Sharma - CAN
Vídeo comentário: Dr.Celso Amodeo
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SALT REDUCTION – KEY FACTOR FOR
PREVENTION OF HYPERTENSION AND STROKE - Dr. G Mc Gregor - UK
Vídeo comentário: Dr.Marcus Malachias
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Blood Pressure Monitoring
Guidelines and Consensus between European and American
recommendations - Dr. Gianfranco Parati - ITA
Passados 30 anos do progressivo aumento de conhecimento sobre
aparelhos automáticos de pressão arterial podemos ver as
limitações das medidas de pressão de consultório quanto ao
manejo da hipertensão e fator preditivo de risco cardiovascular.
Todas as Diretrizes recomendam MAPA/MRPA nos seus algoritmos de
acompanhamento devido a inacurácia da medida pressórica de
consultório. A MAPA, quando bem indicada, pode mostrar dados
úteis no manejo clínico. Ambos guidelines concordam ser o melhor
método de avaliação. O Dr.Parati colocou sobre a necessidade de
mais dados sobre MRPA e as suas melhores indicações de uso. |
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Out of Office Blood Pressure
Monitoring: at Home or in ambulatory conditions over 24h -
Dr. George Stergiou - GREECE
Mesmo com cuidados na medida pressórica de consultório a
hipertensão mascarada e o efeito do avental branco é presente. A
MAPA/MRPA é necessário para diagnóstico e acompanhamento do
paciente hipertenso. Os métodos possuem algumas características
em comum que são as múltiplas medidas pressóricas fora do
consultório. Vários estudos já demonstraram a efetividade de
ambos os métodos no diagnóstico da hipertensão mascarada e
efeito do aventa branco. Comparando com as medidas de
consultório, MRPA/MAPA reproduz com maior prescisão a pressão
arterial que se relaciona com lesão em órgão alvo e risco
cardiovascular. Entretanto os métodos possuem diferenças. Na
MAPA temos medidas pressóricas durante a atividade laborial do
paciente assim como medidas noturnas; enquanto a MRPA apresenta
medidas domiciliares e em repouso. Por outro lado a MRPA é um
exame com maior facilidade de execução, melhor tolerado pelo
paciente e de baixo custo (pelo menos na Europa, como
apresentado no Congresso). Além disso a MRPA tem a participação
mais ativa do paciente durante o exame. As diferentes
características dos métodos demonstram que eles são
complementeres e não competitivos. A MRPA parece mais apropiada
para o seguimento de longo tempo do paciente hipertenso enquanto
a MAPA parece ter uma utilidade maior no inicio do manejo
clínico e diagnóstico do hipertenso e em algumas ocasiões
especiais no follow up do tratamento clínico.
Nos casos de diferenças pressóricas entre consultório e fora do
consultório (hipertensão mascarada e avental branco) a MAPA ou
MRPA podem ser repetidas ou usadas alternadamente para tomada de
decisão terapêutica segura. |
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Cardiorisc Ambulatory Blood
Pressure Monitoring National Registry:the Spanish Experience -
Dr. Luis Ruilope - ESP
O registro espanhol de MAPA apresentou seus resultados de 5 anos
de seguimento. Após apresentação das coletas dos dados Fo
explicada a proposta deste registro que era a de verificar o
status atual do controle pressórico no país; identificar o risco
dos hipertensos espanhóis e relacionar os componentes da MAPA
com os desfechos cardiovasculares. Durante este período foram
apresentados diferentes aspectos da MAPA em relação a pressão
casual, características clínicas (IRC,Diabetes, idade,
gênero,...) o que tem contribuído para o melhor entendimento do
comportamento da pressão arterial na prática clínica diária. |
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Telemapnet Ambulatory Blood
Pressure Monitoring National Registry: Italian Experience -
Dr. Stefano Omboni - ITA
A MAPA contribui no manejo da hipertensão arterial entretanto é
um método pouco disponível, difícil de utilizar e caro. A
telemedicina tem ajudado, nesta experiência inicial a divulgar o
método e ampliar o acesso ao mesmo. Este projeto de telemedicina,
que será utilizado como o registro Italiano de MAPA. O resultado
do exame pode ser enviado por e-mail e aberto e interpretado
pela equipe central. A idéia é identificar o risco destes
pacientes e adequar às metas pressóricas propostas. O projeto
iniciou em 2009 e foram apresentados os dados iniciais muito
semelhantes aos resutados do Registro Espanhol (já com artigos
publicados em inúmeras revistas) Caso queiram ver os resultados
do Projeto ARTEMIS podem acessar:
www.artemisnet.org
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REVITALIZATION OF SERUM ACID URIC AS
CARDIOVASCULAR RISK FACTOR - Dr. M Aldermann - USA
Vídeo comentário: Dr. Oswaldo Kolmann
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RENAL DENERVATION IN RESISTENT
HYPERTENSION – WHERE NEXT - Dr. M Schailach - GER
Vídeo comentário: Dr. Marcus Malachias
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STATE OF THE ART BLOOD PRESSURE
ASSESMENT AND NATIONAL OUT-OF-OFFICE BLOOD PRESSURE MONITORING
REGISTRIES - Dr. G Parati - ITA
Vídeo comentário: Dr. Eduardo Barbosa
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AT1 blockade: The key to protection
- Dr. M Burnier – SWIT
A AII é o principal componente biológico ativo do SRRA e está
implicado diretamente nos processos cardiovasculares. Estes
efeitos parecem ser mediados pelo receptor AT1. Como resultado
deste efeito temos os benefícios das drogas que bloqueiam este
eixo em inúmeros estudos. Os BRA’s possuem diferenças
farmacocinéticas; além de diferentes interações com o receptor
AT1 (duração do bloqueio). Independente da droga, desta classe,
devemos estar atentos para estas características e manter um
bloqueio contínuo nas 24 horas para maximizar a redução da
pressão arterial e a proteção em órgão alvo. Uma maneira de
avaliarmos a nossa terapêutica seria medir a renina e atividade
plasmática da renina como marcador de grau e intensidade do
bloqueio. Recentes estudos demonstraram que a combinação com
HCTZ não afeta a ação no bloqueio do sistema. Entretanto parece
haver diferenças entre os BRA’s na sua habilidade de bloqueio
dos receptores AT1 de origem renal e adrenal. |
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Blood Pressure Control: The most
crucial goal of treatment - Dr. L.M.Ruilope - ESP
Uma recente reavaliação do Guidelines Europeu recomendou que
deveríamos reduzir a pressão arterial 130-139/80-85 em todos os
hipertensos. Entretanto a maioria dos pacientes necessitam de
combinação para atingir as metas. A combinação tem indicação de
seu inicio nos pacientes de alto risco. A combinação inicial
deve ser com drogas de ação diferente. Não podemos esquecer dos
estudos com hipertensos estágio II que quando iniciados com BRA
e após associado um diurético atingiram as metas preconizadas.
Dados apresentados neste Congresso demosntra que a combinação
com altas doses podem ser convenientes para uma manutenção do
controle pressórico nas 24 horas. Estudos com combinações de
altas doses tem se mostrados efetivos também em idosos e
diabéticos tipo II. Estes estudos demostraram que um aumento da
terapêutica através da combinação de altas doses podem maximizar
os níveis de controles pressóricos e reduzir subsequentemente os
desfechos cardiovasculares. |