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Eu prometo
Havia prometido
a mim mesmo passar um bom tempo sem falar em assuntos políticos.
Até porque está ficando enfadonha essa sucessão de denúncias
vazias e inconsistentes (denominadas tão bem pelo Governo
Federal como “denuncismo”), geradas por mero interesse político
tão comum em ano eleitoral. Nunca, em tempo algum, vivemos um
Governo tão ético e tão cumpridor de promessas de campanha como
este que aí está, senão vejamos:
a) Foi responsável pela maior taxa de crescimento da América do
Sul, e a maior de todos os países emergentes;
b) Foi responsável pelo ridículo crescimento do lucro dos Bancos
em apenas 44 bilhões de reais;
c) Foi responsável pela menor taxa tributária, que cresceu
apenas três pontos percentuais do PIB;
d) Conteve os gastos públicos e não contratou nenhum serviço
prestado;
e) Foi responsável pelo espetacular crescimento da renda per
capita em 0,8%;
f) Conteve, de forma competente, a criminalidade em todo o país;
g) Conteve os gastos com publicidade, que teve um ridículo
crescimento de apenas 60% nos dois primeiros meses de 2006;
h) Não roubou e nem permitiu que ninguém metesse a mão em
dinheiro público;
i) Demitiu todos os amigos depois de uma simples denúncia de um
respeitado deputado da situação;
j) Abriu o comércio com as Índias;
k) Reduziu, de forma significativa, a dívida externa;
l) Promoveu o maior reajuste nos salários dos servidores
públicos.
Assim, diante de tantas realizações, acho injusto esse
achincalhe que o Presidente vem sofrendo ultimamente, e por isso
prometo que, de agora em diante, não volto mais a usar esse
espaço semanal para fazer qualquer crítica que possa prejudicar
a sua reeleição.
Obs.: Escrito por descuido no dia primeiro de abril
Marco Mota / Médico cardiologista / E-mail:
mota-gomes@uol.com.br
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